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A Nuvem - Sebastião Nery
21/10/2012

A Nuvem - Sebastião Nery
Sebatião Nery é memória. Num papo informal, o jornalista político é capaz de escalar ministérios, contar a história do enterro da cadela de Jânio Quadros (sim, chamava-se Muriçoca e foi presenteada pela Rainha Elizabeth II), relatar o encontro com Frei Pio de Pietrelcina, em San Giovanni Rotondo (Itália), e lançar uma farpa específica a cada víbora da política nacional.
Após um gole de vinho, poderá fisgar de cor um trecho do romance "Terra dos Homens", de Saint-Exupéry - mais especificamente, a página em que o aviador Guillaumet retorna a pé (e na neve) de um desastre nos Andes, entra resfolegante num bar e desabafa aos companheiros de correio aéreo: "O que fiz, palavra que nenhum bicho, só um homem, era capaz de fazer".
Essa frase talvez pudesse servir de epígrafe para as memórias de Sebastião Nery. Em 9 de novembro, na cidade do Recife, no aniversário do jornal Diário de Pernambuco, Nery lançará "A Nuvem - O que ficou do que passou" (Geração Editorial), o livro que condensa 50 anos de vida profissional e política. A aventura se inicia no internato de seminarista, na Bahia, e se estende até os anos 90. Nesse rastro de evocações, surgem os presidentes Juscelino Kubitschek, Jânio Quadros, os ditadores do regime militar, Tancredo Neves, José Sarney e Fernando Collor.
Por Claudio Leal






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